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Obrigatoriedade de preenchimento do Anexo C (formação profissional) do Relatório Único

Segundo a Portaria nº 55/2010 de 21 de Janeiro , emitida pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, todas as entidades empregadoras ficam obrigadas a partir de 2011 ao preenchimento do Anexo C (relatório anual de formação contínua) ministrada aos/às seus/suas colaboradores/as no ano de 2010.

Consulte aqui a Portaria:



Consulte aqui a Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro (Artigo 130.º e seguintes do Código do Trabalho)

Sabia que Segundo a Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, que aprova o Código do Trabalho todas as empresas, independentemente do número de funcionários são obrigadas a dar 35 horas de formação anual aos seus funcionários, por uma entidade  formadora certificada para o efeito?

 

 



Invista na formação como a chave de sucesso para o desenvolvimento

 

O desenvolvimento profissional ao longo de toda a carreira é, hoje em dia, um aspecto marcante e diferencial em todas as profissões.

Promova o seu sucesso, seja pró-activo, ajude-se a si próprio e consolide os seus conhecimentos, desenvolva as suas competências e amplie a sua experiência profissional.

A qualificação gera oportunidades.

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Elabore o plano de formação de 2012 para a sua empresa

Pergunte-nos como.
 
Sabia que todas as empresas com um número de funcionários igual ou superior a 10 tem de apresentar até dia 31 de Março junto da ACT o plano de formação?
A não apresentação do plano de formação dá direito a Coima elevada à empresa inspeccionada.


Tipologias de Intervenção 3.2 – Formação para a inovação e gestão – Abertura de candidaturas

 

Estão abertas as candidaturas, no âmbito POPH para todas as empresas que queiram elaborar um plano de formação interno para 2012.

A Gesto Apreciativo ajuda-o a elaborar o seu plano de formação e candidatura.

A data limite para apresentação da candidatura é até 10 de Outubro.

Para mais informações contacte-nos

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Medidores/as Orçamentistas

Descrição

 

Desde 1986, (Decreto-Lei 235/86), posteriormente alterado pelos Decretos-Lei 405/93 , 59/99 e 18/2008, tem vindo a ser atribuída especial importância às medições, tendo em consideração as disposições legais relativas a empreitadas de obras públicas, estabelecidas actualmente no Decreto-Lei n.º 278/2009 de 2 de Outubro, ponto 3 do Artº 388.º, no qual se faz referência a que os métodos e critérios a adoptar para realização das medições serão obrigatoriamente estabelecidos no contrato. A Portaria n.º 959/2009 de 21 de Agosto, do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, relativa ao formulário de caderno de encargos relativo a contratos de empreitadas de obras públicas, na sua cláusula 26 ª do anexo I, estabelece também a seguinte ordem de prioridade a observar na medição de trabalhos quando não são estabelecidos outros critérios no caderno de encargos:

-As normas oficiais de medição que porventura se encontrem em vigor;

-As normas definidas pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC);

Os critérios geralmente utilizados ou, na falta deles, os que forem acordados entre o dono da obra e o empreiteiro.

"Actualmente ainda não existem normas oficiais de medição nem normas definidas pelo LNEC, mas tem vindo a ser prática corrente considerar como "normas do LNEC", os critérios definidos na publicação base "Medições em Construção de Edifícios", documento publicado pelo LNEC desde 1983 e posteriormente actualizado no documento base "Curso Sobre Regras de Medição na Construção". Esta publicação será a base do Curso.

Horário: Pós-Laboral
Duração: 50 horas
Preço: 425 €
Sem data agendadaPossibilidade de pagamento em 2 prestações.
Desejo Inscrever-me

Horário

Sábados das 9h às 13h e das 14h às 18h. Excepto nos dias 29 de Janeiro e 5 de Fevereiro que terminará às 19horas.  

Local de Realização

Guarda

Objectivo geral do curso

 

Pretende-se que os/as formandos/as sejam capazes de fazer medições na construção mediante as regras a elas associada.

As medições na construção constituem o modo de determinação quantitativa dos trabalhos previstos no projecto ou executadas em obra e têm, como principais objectivos:

a) Possibilitar, a todas as empresas que apresentam propostas a concurso ou consultas de empreitadas, a determinação dos custos e a elaboração de orçamentos, com base nas mesmas informações de quantidades e de qualidade de execução dos trabalhos indicados no projecto;

b) Proporcionar às entidades adjudicatárias a avaliação das propostas cujos preços foram formulados com idêntico critério, bem como permitir de um modo facilitado, a quantificação das variações que se verificarem durante a construção;

c) Facilitar a elaboração dos autos, da facturação e do pagamento das situações mensais, bem como a elaboração da conta da empreitada, quando da recepção provisória da obra.

Objectivo específico do curso

No final da acção os/as formandos/as deverão saber utilizar os métodos e as técnicas de medições e de elaboração de autos de medição; calcular as quantidades e os custos necessários à execução da obra.

População-alvo

  • Arquitectos/as;
  • Engenheiros/as;
  • Desenhadores/as;
  • Decoradores/as;
  • Empresários/as da Construção Civil;
  • todos/as os/as interessados/as em desempenhar a função de Medidores/as Orçamentistas

Modalidade de Formação

Formação Contínua/De Actualização

Formas de Organização

Formação Presencial ("em sala")

Metodologias de Formação

Será utilizada uma metodologia expositiva com teorização, contrabalançada por metodologias activas, que apelam à prática, ao desempenho e vivência de situações através da utilização de técnicas activas, nomeadamente: troca de experiências, role playing, exercícios práticos e autodiagnósticos visando uma visão mais clara das suas capacidades e competências, análise de estudos de caso e exploração de situações concretas das práticas profissionais dos participantes.

Todas as técnicas aplicadas visam a tomada de consciência por parte dos/as formandos/as da sua actuação em situação real, identificando os seus pontos fortes e estabelecendo objectivos de progresso ao nível da sua eficiência e eficácia profissional.

Avaliação da Formação

As acções de formação contemplam várias etapas de avaliação que a seguir se descrevem:

  1. Avaliação diagnóstica. É feita pelo/a formador/a, de modo a conhecer previamente os conhecimentos iniciais do/a formando/a.
  2. Avaliação de aprendizagem. É feita no final de cada módulo/acção. A avaliação de aprendizagem é feita pelo/a formando/a através de um teste escrito elaborado pelo/a formador/a.
  3. Avaliação de reacção. Tem como intervenientes os/as formandos/as e o/a formador/a. Esta avaliação vai permitir, que quer os/as formandos/as quer o/a formador/a, no final de módulo/cada acção, registem a sua opinião relativa a todo o decorrer e organização da acção.
  4. Avaliação de satisfação. Tem como interveniente os/as formandos/as. A avaliação de satisfação é feita pelo/a coordenador/a da Gesto Apreciativo aos/às formandos/as no final de cada acção. Esta avaliação tem como objectivo avaliar a opinião dos/as formandos/as relativo à empresa Gesto Apreciativo.

Conteúdo Programático

Módulo Duração

Módulo 1

Introdução (objectivos das medições, princípios de base, classificação dos trabalhos);

Regras gerais de medição;

Exemplificação e aplicação teórica para os diferentes trabalhos, nomeadamente os classificados em:

Infra-estruturas - trabalhos preparatórios (movimento de terras, escavações, etc.) e fundações;

Elementos primários - super estrutura, paredes, pavimentos, escadas, cobertura, etc.

Elementos secundários - carpintarias, serralharias, etc.

Revestimentos e acabamentos - paramentos exteriores e interiores de paredes, pavimentos, terraços, etc.

Instalações e equipamentos - água, eléctricas, mecânicas, etc.

30 horas

Aplicação prática das regras de edição a um exemplo elaborado para o efeito no domínio dos edifícios com recurso interactivo. 20 horas

Recursos Materiais e Pedagógicos

Videoprojector, tela de projecção, Retroprojector, Quadro Branco, Televisão e Vídeo, outros equipamentos solicitados pelos/as formadores/as.

Tipo de Horário

Pós-Laboral

Suportes de apoio à aprendizagem

Os suportes de apoio têm como objectivo apoiar quer o/a formador/a quer o/a formando/a durante a acção de formação presencial. No final ou no início de cada acção, será entregue um manual elaborado pelo/a formador/a da acção, a cada formando/a.

Espaços e Respectivos requisitos

Sala devidamente equipada com cadeiras, mesas, sistema de ventilação e com capacidade para 16 formandos/as.

Objectivos

Fotos

 
* A realização de cada acção de formação está dependente de um número mínimo de inscrições.
* Todos os participantes têm direito à documentação de apoio da acção e a um certificado de formação profissional.

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